Usuários do virtua ficam sem internet hoje 29/10 ( problema no link do Virtua )

Hoje 29/10/2008 os usuários do Virtua ficaram sem acesso a internet devido a um problema de conectividade, rompeu novamente uma fibra que interliga a rede de São Paulo. Depois de quase 10 minutos tentando falar com o suporte técnico do Virta e resetar o modem mais de 20 vezes recebi este comunicado. Detalhe sem previsão para retorno.

Ainda bem q na empresa temos dois link, um Speedy Business de “2 MB” e o Virtua “12 MB”, bom vamos esperar queira ou não estamos na mão destes caras.

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Hackeando a Dock do OSX ( customizando a dock do Leopard )

Simples, entre na URL: http://www.leoparddocks.com/index.php

faça o download da dock desejada e depois execute os seguintes comandos no terminal como usuário root:

cd /System/Library/Core Services/Dock.app/Contents/Resources/

vamos fazer um backup da Dock atual:

mkdir backups
cp -Rv *.* backups

depois selecione todos os arquivos do novo tema e execute o seguinte comando:

cp -Rv ARRASTE-OS-ARQUIVOS-SELECIONADOS_PARA_O_TERMINAL .

não esqueça do . no final do comando pois ele faz referência para o diretório atual que no caso é /System/Library/Core Services/Dock.app/Contents/Resources/

Feito isso reinicie o programa da Dock

killall Dock

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Galeria de fotos do HTC G1 rodando Android.

O HTC G1 equipado com o sistema operacional Linux denominado Android desenvolvido pelos labs do Google é sem dúvida o celular mais esperado do ano. Eu particularmente estaria disposto a vender meu tão e inseparavél Iphone por um celular rodando o Android, e cá entre nós o HTC G1 é muito bonito. O teclado extendido parece que resolve a vida das pessoas que ainda não se acostumaram a mexer no teclado virtual do Iphone. Entre outros fatores a idéia de uma comunidade de desenvolvedores espalhados pelo mundo colaborando com aplicativos, com a mesma filosofia dos softwares Open Source realmente me deixa muito ancioso em adquirir um G1.

Abaixo estarei mostrando mais algumas imagens publicados no Blog Gizmodo, só para dar uma água na boca: Continue reading

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Apresentando o Mozilla Ubiquity, novo Addon para FireFox3

O Mozilla Ubiquity que está sendo desenvolvido pelo Lab da Mozilla Foundation é um Addon para o Firefox no qual você pode fazer diversas tarefas simplesmente selecionando textos e objetos. A principal característica deste recurso é disponibilizar o acesso rápido a ferramentas como Google Maps, Google Search, Yahoo, Windows Live entre outros. Vocês poderão ver este mesmo recurso no Internet Explorer 8 porém com outro nome “Aceleradores”, sim é isso mesmo os aceleradores. A Microsoft para não dar ênfase no nome dos recursos dos navegadores concorrentes mudou o nome de tipos de busca ou mesmo web services por “aceleradores”.

Com vocês o Mozilla Ubiquity:

Ubiquity for Firefox from Aza Raskin on Vimeo.

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Introdução ao firewall do Mac OSX IPFW

Todos os sistema operacionais baseados em Unix possuem ferramentas nativas de firewall. No caso do Mac OS X não é diferente ele vêm embutido no Kernel do SO. Para usuários não experientes é possível habilitar o recurso através do painel de controle System Preference/Security na Aba firewall marcando simplesmente para ativar o recurso. Mas isto não é tudo, a interface gráfica não é tão poderosa quanto todas as opções que podem ser exploradas no shell, e para isso podemos utilizar o ipfw ( Ip Firewall ) do Mac OSX. Continue reading

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Converter videos FLV no MAC OSX com FFmpeg

Esta dica vai para aqueles que estão procurando uma forma simples e rápida de converter videos FLV no Mac OS X. Teremos um suposto trabalhinho apenas para instalar o ffmpeg pela primeira vez depois a converção é muito simples.

Vamos lá, levando em consideração que você tenha o port DarwinPorts instalado ( eu falei sobre a instalação do DarwinPorts/MacPorts em um post anterior ), abra o terminal e digite:

port install ffmpeg

este comando irá instalar o FFmpeg eu seu computador. Depois de instalado caso queira crie um atalho para o binário do ffmpeg em seu BashRC ( arquivo de configuração do terminal Bash em seu OSX ), para isso entre com os comandos abaixo:

echo “alias ffmpeg=’/opt/local/bin/ffmpeg’ ” >> ~user/.bashrc

*substitua o usuario pelo nome de seu usuário.

Execute o comando bash para que o arquivo de configuração do bash o .bashrc seja carregado.

Convertendo um video com o FFmpeg no Mac OS X:
Depois de instalado o FFmpeg no Mac OS X, abra o terminal e siga o exemplo abaixo levando em consideração que iremos converter o arquivo youtube-jaccon.flv para o formato Mpeg:

cd ~jaccon/Desktop
ffmpeg -i youtube-jaccon.flv youtube-jaccon.mpeg

Explicando:
Entramos no diretório Desktop do Home do usuário Jaccon, depois executamos o comando ffmpeg com a flag -i indicando o arquivo de entrada e o de saída.

Simples não ?? para usuário não experientes do Terminal não tenham medo dele, ele não morde.

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Instalando o Nmap no OSX com o DarwinPorts ( install nmap in mac os x from MacPorts )

Algum tempo atraz eu escrevi aqui no blog um tutorial para compilar o nmap no OSX, pois bem agora descobri uma forma muito mais fácil e rápida para fazer isto. O MacPorts é um aplicativo para instalação de aplicativos portados para Mac OS X.

Baixando o MacPorts:

Para baixar o MacPorts entre no endereço http://darwinports.com/download
Após baixar a imagem DMG clique duas vezes no pacote, entre com seu usuário e senha de administrador e aguarde a instalação.

Como utilizar o DarwinPorts:
Para utilizar o DarwinPorts é muito simples, abra o terminal e vá até o diretório /opt/local/bin/, lá você encontrará o binário do Ports.

cd /opt/local/bin/port

Para facilitar vamos criar um alias do comando port em nosso arquivo .bashrc, para isso digite

cd ~home-do-usuario

após entrar em seu home, verifique se já há o arquivo .bashrc, por padrão no Mac OS X 10.5 Leopard ele não cria o arquivo automáticamente na instalação então para isso vamos adicionar manualmente:

touch .bashrc

agora adicione o seguinte parametro no arquivo:

alias port=’/opt/local/bin/port’

Agora temos um atalho para o ports, agora vamos iniciar a instalação do nmap, simplesmente digite:

port install nmap

Aguarde a instalação e pronto o Nmap está instalado. Para facilitar siga o mesmo exemplo para adicionar um álias para o nmap no BashRC.

Até a próxima

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Debian 5 Lenny só para adiado para o ano que vêm.

“A versão 5.0 do Debian ultrapassou o prazo pretendido para setembro e o projeto estava em silêncio em relação a isso. A última estimativa nos círculos de desenvolvedores é que o “Lenny” não ficará pronto até junho de 2009.

Na última terça-feira o porta-voz do Debian Alexander Reichle-Schmehl fez um novo pedido de ajuda aos desenvolvedores e usuários em seu Tolimar’s blog “para ajudarem a lançar o Lenny pelo menos este trimestre”, em seguimento a seu artigo “What you can do for ‘Lenny’” (O que você pode fazer pelo ‘Lenny’) publicado na LWN.net. Logo depois, o Heise Online se baseou no artigo como afirmação de que o Debian 5.0 seria lançado até o fim de 2008.

Essa notícia irritou o desenvolvedor Debian Bastian Venthur, que vinha criando gráficos dos bugs críticos do “Lenny” e já havia previsto no início de agosto que o Debian 5.0 não ficaria pronto em setembro nem em 2008.”

Fonte: site linuxmagazine.com.br

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Verificando DNS Reverso

Como todos sabem, o DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Dominio) é responsável por informar o nome ou número IP dos Hosts do domínio em uma rede, tornando-se indispensável quando o assunto é “E-mail” .

A maioria dos servidores de e-mail utilizam a checagem do DNS Reverso para combater o famoso SPAM, uma praga constante na vida de qualquer administrador de sistemas. Qualquer um pode enviar e-mails colocando no campo do remetente o servidor do seu domínio, mas um servidor configurado para checar o DNS Reverso vai descobrir a farsa e classificar os e-mails forjados como spam.

O que é o DNS REVERSO?

DNS Reverso é um registro de DNS chamado PTR e, tem por objetivo retornar o nome de HOST e DOMÍNIO associado a um número IP. Tal recurso permite que outros servidores verifiquem a autenticidade do seu servidor, checando se o endereço IP atual bate com o endereço IP informado pelo servidor DNS.

Abaixo segue um exemplo para checar se um domínio possui seu reverso configurado:

# host www.telefonica.com.br

www.telefonica.com.br has address 200.205.125.100O comando acima mostra que o domínio www.telefonica.com.br aponta para o IP: 200.205.125.100 . Para saber se o domínio possui seu reverso configurado, basta realizar o mesmo comando para o número IP conforme o exemplo abaixo:

# host 200.205.125.100

100.125.205.200.in-addr.arpa domain name pointer www.telefonica.com.br.De acorodo com a resposta do comando, percebemos que o IP informado tem seu reversoconfigurado corretamente, ou seja, constatamos com o teste acima a autenticidade do IP.

Abaixo segue um exemplo de IP que não possui seu DNS Reverso configurado corretamente:

# host 195.189.234.244

Host 244.234.189.195.in-addr.arpa not found: 3(NXDOMAIN)Para checar se o seu reverso é válido, siga o processo idêntico ao exposto acima. Primeiro encontre qual o apontamento reverso e depois, com esse resultado, faça a resolução direta. O ip de resultado deve bater com o IP pesquisado.

Existem ferramentas na Internet que possibilitam esse tipo de checagem, como por exemplo o site: IPOK, com ele é possível fazer uma análise bem detalhada de um DNS, vale a pena conferir.

Abaixo segue um pequeno exemplo para realizar a configuração de zona revera em seu servidor de DNS, utilizando o Bind9 na distribuição Debian GNU/Linux 4.0 .

Obs: Não vou entrar em detalhes sobre como configurar um servidor de DNS, pois já publiquei um artigo sobre esse tema.

Supondo que você já possui um servidor de DNS configurado para o dominio: “teste.com.br”apontando para o IP ” 192.168.1.100″, para configurar seu reverso basta adicionar a seguinte entrada no arquivo “/etc/bind/named.conf “

zone “192.in-addr.arpa” {

type master;file “/etc/bind/db.192”;

};Criar o aqruivo de zona reversa /etc/bind/db.192 apontando para o IP informado acima: 192.168.1.100 com o conteúdo abaixo:

$TTL 86400

@ IN SOA teste.com.br. root.teste.com.br. (1 ; Serial

3600 ; Refresh600 ; Retry

2419200 ; Expire604800 ) ; Negative Cache TTL

;@ IN NS teste.com.br.

100.1.168 IN PTR teste.com.br.Reinicie o serviço do bind através do comando:

# /etc/init.d/bind9 restart

Agora realize uma consulta em seu DNS para ter certeza que tudo funcionou, com os comandos abaixo:

# host www.teste.com.br

www.teste.com.br has address 192.168.1.100# host 192.168.1.100

100.1.168.192.in-addr.arpa domain name pointer www.teste.com.br.Se a resposta em seu servidor foi igual ao exemplo acima, parabéns! Seu DNS já possui uma zona reversa configurada. Espero que a dica seja útil.

 

Artigo retirado do site iMasters

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GooglePlex – Quem gostaria de trabalhar lá ?

Você é um nerd que respira tecnologia ? conhece Python, Perl, C#, PHP, MySQL, Oracle ?? conhece servidores Apache na palma da mão ? OK já é um dos pré-requisitos para trabalhar no Google. E caso você conheça todos os ítens comentados acima e ainda ser criativo você pode estar arriscado a trabalhar no Google e desfrutar de uma estrutura de trabalha incrivel. Apresentando GooglePlex:

 
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Instalando LAMP2 no Debian 5 Lenny pelos Sources

Neste how-to irei mostrar como configurar o LAMP no Debian 5 Lenny através dos sources. Aproveito para informar que o Debian 5 Lenny roda muito bem no servidor Dell Power Edge R200, logo mais farei um tutorial de “Instalando o Debian 5 Lenny no servidor Dell Power Edge R200”. rs

Distribuição:
Debian 5 Lenny – Kernel 2.6.24

Hardware:
Dell Power Edge R200

Pacotes necessários:

libc6-dev (necessária para o compilador C/C++)
g++ (necessária para o compilador C/C++)
flex (necessária para compilar o PHP)
bison (necessária para compilar o PHP)
libxml2-dev (necessária para compilar o PHP)
freetds-dev (necessária para o suporte ao SQL Server)
libmysqlclient15-dev (necessária para o suporte ao MySQL)
libjpeg62 libjpeg62-dev

Mirros Debian Lenny utilizados:

deb cdrom:[Debian GNU/Linux LennyBeta2 _Lenny_ – Official Beta i386 CD Binary-1 20080607-17:43]/ lenny main
deb http://security.debian.org/ lenny/updates main
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main
deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
deb-src http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib
deb http://http.us.debian.org/debian/ testing main contrib non-free

Instalando pacotes necessários via APT:

sudo apt-get install libc6-dev (necessária para o compilador C/C++)
sudo apt-get install g++ (necessária para o compilador C/C++)
sudo apt-get install flex (necessária para compilar o PHP)
sudo apt-get install bison (necessária para compilar o PHP)
sudo apt-get install libxml2-dev (necessária para compilar o PHP)
sudo apt-get install freetds-dev (necessária para o suporte ao SQL Server)
sudo apt-get install libmysqlclient15-dev (necessária para o suporte ao MySQL)
sudo apt-get install libjpeg62 libjpeg62-dev
sudo apt-get install php-pear
sudo apt-get install libtidy-0.99-0
sudo apt-get install libtidy-dev
sudo apt-get install php5-tidy

OBS: Quando instalar o php5-tidy será instalado também uma versão do PHP5 em seu servidor, mas para ter maior controle para futuras customizações iremos instalar o PHP5 pelos sources.

Compilando os sources:

Zlib:

./configure
make
make install

LibGD

./configure
make
make install

LibXML2

./configure
make
make install

LibPNG

./configure
make
make install

Apache 2

./configure \
–prefix=/usr/local/apache2 \
–enable-cgi –enable-so \
–enable-rewrite
–enable-mime-magic \
–enable-suexec \
–enable-static-rotatelogs \
–enable-spelling \
–enable-log-forensic
–enable-headers
–enable-usertrack
make
make install

Configurando o Apache 2:

Para configurar o Apache 2 com suporte a PHP5 primeiramente iremos criar um link simbólico dentro do diretório /etc/ apontando para /usr/local/apache2 .

cd /etc/
ln -s /usr/local/apache2 .
cd /etc/apache2
Antes de alterar os dados do arquivo original de configuração do Apache 2 faça um backup do arquivo:
cp /etc/apache2/conf/httpd.conf /etc/apache2/conf/httpd.conf.original

Editando o arquivo httpd.conf
edite o arquivo httpd.conf adicionando as seguintes linhas:

DirectoryIndex index.html index.html.var index.cgi index.php index.php4 index.php5 default.html default.php blank.html

ServerName o-nome-para-seu-servidor-web

LoadModule php5_module modules/libphp5.so

AddType application/x-httpd-php php

AddType application/x-httpd-php-source phps
#ServerTokens
ServerSignatures Off
*Ao final reinicie o servidor Apache 2.

MySQL
groupadd mysql
useradd -g mysql mysql
cd /usr/local

gunzip < /path/para/mysql/compactado.tar.gz |tar -xvf –
ln -s mysql-full-path mysql
cd mysql
scripts/mysql_install_db
chown -R root .
chown -R mysql data
chgrp -R mysql .
bin/mysqld_safe –user=mysql &

Para conferir se o MySQL foi iniciado use o comando shell:
ps -aef |grep mysql

PHP 5 + LibGD

./configure –with-apxs2=/usr/local/apache2/bin/apxs –with-mysql=/usr/local/mysql –prefix=/usr/local/apache2/php –with-config-file-path=/usr/local/apache2/php –enable-force-cgi-redirect –disable-cgi –with-zlib –enable-mbstring –with-gd –with-jpeg-dir=/usr/lib/ –with-png-dir=/usr –with-tidy
make
make install

PHPMyadmin 2.6.10

Para instalar o phpMyadmin 2.6.10 primeiramente descompacte o arquivo do phpMyadmin e copie para a pasta publica do Apache 2 assim como o exemplo abaixo:

cp phpMyAdmin-2.10.1-all-languages-utf-8-only /var/www/phpMyadmin

em seguida copie o exemplo de arquivo config.sample.inc.php para config.inc.php e edite alterando os seguintes parametros abaixo:

$cfg[‘blowfish_secret’] = ‘frase-blowfish-aqui’;

$cfg[‘Servers’][$i][‘auth_type’] = ‘cookie’;

$cfg[‘Servers’][$i][‘controluser’] = ‘root’;

$cfg[‘Servers’][$i][‘controlpass’] = ’sua-senha-mysql-aqui’;
Neste caso utilizamos o tipo de autênticação por cookies, quando você utiliza este modelo de autênticação é necessário especificar o blowfish_secret, que é uma frase encriptada com o algoritmo Blowfish, para gerar está frase você poderá utilizar a ferramenta do site:

http://webnet77.com/cgi-bin/helpers/blowfish.pl

após gerar o código cole no parametro: $cfg[‘blowfish_secret’] = ‘frase-blowfish-aqui’;

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