A Arquitetura de Segurança da Urna Eletrônica: O que a Técnica e o Histórico de Invasões nos Ensinam
Com três décadas de uso no Brasil[1], o sistema de votação eletrônica mobiliza centenas de milhares de urnas[2] e mais de 158 milhões de eleitores[2]. Sob uma perspectiva estritamente técnica e independente, a urna eletrônica é um computador dedicado e offline[1], cuja segurança se apoia em camadas de criptografia[5][6], isolamento físico[3] e auditorias públicas[5][7]. Contudo, a história dos **Testes Públicos de Segurança (TPS)** do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) demonstra que o sistema não é imune a falhas de software e de processos