Shannon: Pentest Autônomo com IA para Aplicações Web
A velocidade com que equipes de desenvolvimento entregam software hoje em dia expõe um grande gap de segurança: enquanto deployment e CI/CD são contínuos, os testes de penetração muitas vezes ainda acontecem apenas anualmente. Shannon foi criado para preencher essa lacuna com um modelo de pentest que é totalmente autônomo e orientado por IA. (GitHub)
O que é Shannon?
Shannon é uma ferramenta de pentest automatizada baseada em inteligência artificial que não se limita a identificar possíveis vulnerabilidades — ela executa ataques reais para validar sua explorabilidade. Isso significa que o resultado não é apenas uma lista de potenciais problemas, mas provas de conceito (PoCs) que demonstram que os problemas podem ser de fato explorados. (KaliTut)
Ele foi projetado para quebrar sua aplicação antes que um atacante o faça. (GitHub)
Shannon combina análise de código (white-box) e exploração dinâmica (black-box), buscando vulnerabilidades de alto impacto como injeções, XSS, SSRF e falhas de autenticação/autorização. (GitHub)
Por que isso importa para times de segurança
Nos modelos tradicionais, a maioria das ferramentas estáticas ou scanners web geram muitos falsos positivos — que demandam análise humana para validar se a vulnerabilidade é realmente explorável. Shannon, por outro lado, só relata aquilo que provou ser explorável em um ambiente real ou simulado, ajudando a:
Reduzir tempo gasto com falsos positivos;
Priorizar findings com maior impacto prático;
Integrar testes de segurança contínuos no ciclo de desenvolvimento;
Complementar ou antecipar testes manuais de pentest. (KaliTut)
Recursos principais da Shannon
Entre os recursos que a ferramenta oferece:
Operação totalmente autônoma — um comando inicial dispara o processo completo de pentest sem intervenção humana. (GitHub)
Execução de exploits reais — não são só alertas, são provas de conceito de ataques concretos. (KaliTut)
Cobertura de falhas críticas da OWASP — como injection, XSS, SSRF e broken auth. (GitHub)
Análise dinâmica e guiada por código — Shannon usa análise do código-fonte para direcionar ataques com mais eficácia. (unsafe.sh)
Relatórios de nível profissional — com PoCs que podem ser reutilizados para correção ou replicação dos achados. (KaliTut)
Onde a Shannon se encaixa no seu ciclo de segurança
Shannon não substitui testes de segurança humanos especializados, mas atua como uma camada prática e contínua que aproxima:
✔ os times de desenvolvimento de práticas de segurança desde os early stages;
✔ o ciclo DevOps/DevSecOps da validação constante de riscos reais;
✔ o scanner automatizado da execução de ataques controlados. (UNDERCODE NEWS)
Importante: por executar ataques reais, recomenda-se apenas em ambientes de teste/sandbox, e você deve ter autorização explícita para utilizar a ferramenta. (GitHub)
Exemplo prático de uso
(Espaço reservado para um exemplo completo de execução REAL no seu ambiente: linha de comando Docker, parâmetros, interpretação dos resultados e análise do relatório gerado.)
Shannon representa um avanço significativo em como ferramentas de segurança automatizadas podem validar vulnerabilidades com exploração real, trazendo mais confiança às equipes que desejam integrar testes de segurança contínuos no seu pipeline. Para equipes que já utilizam scanners e testes estáticos, Shannon pode ser um complemento poderoso — principalmente quando combinado com revisões humanas e outras práticas de hardening em produção.
Se quiser, posso também preparar um guia passo a passo detalhado para rodar Shannon no seu projeto ou modelo de relatório pronto para apresentação executiva.
André Jaccon
